sexta-feira, 3 de outubro de 2008

LIVE ONLY FOR ME

I am the Lord your God,
I listen to your call,
I listen to the humble heart,
I listen to the repentant soul.
This is the integrity of my Word;
that I come to those who come to me.
Yes my child, let your faith grow,
stay with me my child,
no matter how busy the world may be around you,
live for me; be sanctified by my Grace.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Conclusões finais do Congresso Missionário Nacional - 2008


Linhas de força do Congresso para assumir missão nas paróquias, diocese e a nível nacional
Convocados pelo Espírito, por meio dos pastores da Igreja em Portugal, reuniram-se em Fátima, de 3 a 7 de Setembro, oito centenas de participantes portugueses e representantes de diversos países. O dia 6 foi enriquecido com a presença e a juventude do voluntariado missionário.
Dez anos após o Ano Missionário de 1998, o Congresso celebrou, reflectiu e apontou caminhos de futuro para a Missão, a partir do tema: No encontro com Cristo vivo, chamados e enviados para a Missão em Portugal e no mundo e o lema: Portugal, rasga horizontes, vive a Missão.

Linhas de força

Deus, Trindade de Amor, envia a humanidade toda a fazer do outro um irmão. A Missão é de Deus e, por isso, o baptizado, consciente deste envio ao tomar parte na vida de Cristo, é impelido a ser contemplativo e servo da sua Palavra.
A Missão é tarefa indelegável de cada cristão. Esta concretiza-se no espaço e no tempo da história humana, conhecendo e amando aqueles a quem se é enviado. A vivência comunitária da fé em família, paróquia, diocese ou comunidades de vida consagrada é o testemunho mais credível do anúncio de Deus-Amor.

A Santidade (sair de si por amor) e a Missão (ser enviado por Deus ao diferente) são o húmus vital de todo o cristão e de todas as actividades pastorais.
Com o Concílio Vaticano II (1965), assistimos a uma nova compreensão da Missão. Cada um de nós é, simultaneamente, enviado e destinatário da evangelização. O Espírito é o protagonista da Missão e a Igreja Local o seu sujeito de encarnação e vivência. Nela e a partir dela, surgem e actuam todas as vocações missionárias laicais, consagradas e sacerdotais. O despertar do laicado para a Missão é hoje um dos sinais dos tempos.

Em pleno Ano Paulino, o Apóstolo dos gentios, com o seu itinerário de conversão e missão, é para nós modelo a conhecer melhor e a seguir no zelo e na urgência de evangelizar.
Para além de momento privilegiado de reflexão e partilha, o Congresso foi também uma experiência de comunhão na dor com os nossos irmãos perseguidos na Índia e em outras situações de falta de liberdade religiosa.

Propostas

Sentimos o coração a arder e desejamos que toda esta riqueza possa contribuir para a Igreja em Portugal viver mais em Missão. Por isso, como Congressistas, propomos que:

1.A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) promova uma melhor coordenação e integração das diversas áreas pastorais para todas serem fecundadas pelo dinamismo missionário e anseio de santidade.

2.A CEP, partindo do Congresso Missionário e do Ano Paulino, avive a vocação missionária de todos os cristãos e prepare um documento-base para a Missão em Portugal.

3.Cada Igreja Local incentive a criação de estruturas e dinâmicas que demonstrem a consciência e urgência do anúncio do Evangelho: Secretariado Diocesano Missionário, grupos missionários paroquiais, semanas de animação missionária, geminações, voluntariado, sacerdotes "fidei Donum", institutos de vida consagrada...

4.Cada diocese promova, oportunamente, um Congresso Missionário Diocesano.

5.Promova-se formação missionária às crianças, jovens, adultos, seminaristas, consagrados e sacerdotes, de acordo com o novo paradigma de Missão.

6.Fomente-se, com espírito de solidariedade e subsidiariedade, a comunhão e a partilha de fé, de pessoas - numa dinâmica de partir e receber - e de bens entre as diversas Igrejas.

7.Ajude-se cada cristão a crescer até à estatura de Cristo: Sacerdote que celebra a liturgia e oferece a sua vida pela salvação de todos; Profeta que proclama a Palavra de Deus e denuncia as injustiças e contravalores da sua sociedade e cultura; e Rei que serve com caridade os mais desprotegidos e excluídos.

Num mundo global e em mudança, à procura de sucesso mas infeliz, queremos viver em Missão e anunciar Cristo Vivo ao mundo, sendo profetas da esperança e rasgando novos horizontes.

Fátima, 7 de Setembro de 2008
Os participantes no congresso missionário nacional
Foto: João Cláudio Fernandes
Publicado por OBRAS MISSIONÀRIAS PONTIFÌCIAS em Quarta-Feira, Setembro 10, 2008
www.congressomissionario2008.blogspot.com

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Beata Josefa, (missionárias Servas do Espírito Santo)


Todas nós sentimos saudades ao falarmos da própria mãe. O que torna uma mãe tão especial para seus filhos? Acima de tudo, é a extraordinária percepção da necessidade do outro, antes mesmo das palavras e a disposição de ir a qualquer limite para ajudar nesta necessidade. Isto se encontra em dose ampla na vida de nossa Bem-aventurada Mãe, ao repassarmos tudo o que foi registrado a seu respeito à luz dos evangelhos.
Em minhas reflexões encontrei muita semelhança entre Madre Maria e nossa Madre Josefa. Madre Josefa era extremamente sensível e compassiva no trato com os demais.
Era uma verdadeira mãe por ser dotada de uma rara sensibilidade pelo outro, complementada pelo espírito de sacrifício e perseverança e a atitude de amar a todos com sincero amor fraterno.
Uma das características fortes e impressionantes de Madre Josefa foi seu amoroso espírito de amizade e maternidade. Por estas qualidades proeminentes conquistou o coração de todos. Como estas qualidades a caracterizavam tanto, qualquer palavra ou admoestação séria de sua parte nunca ofendia a ninguém. Todos conseguiam sentir sua melhor boa intenção. Além dos traços proeminentes de bondade, amor e ternura, estava a simplicidade e humildade extraordinária de Madre Josefa.
Não se poderia imaginar nela o contrário destas virtudes. Madre Josefa tinha um caráter dinâmico, ajudado por uma piedade sadia que brotava de uma profunda vida de fé, grande espírito materno e uma maneira imensamente amiga de se relacionar, coisas que se tornaram nela uma segunda natureza. Tinha clareza de visão, penetrava e percebia tudo com juízo sóbrio e maduro. Toda sua maneira de falar com as Irmãs era simples e natural e transparecia
tanta ternura, bondade e amor que elas gostavam de ouvi-la. Sentiam como se o Espírito Santo falasse através de Madre Josefa e, por isso, as Irmãs acolhiam suas palavras de coração aberto.

Volta e meia alguma Irmã observava ter experimentado o coração realmente materno de Madre Josefa. Os pequenos gestos comoventes de Irmã Josefa impressionavam a todos que encontrava. Se à mesa visse um rosto abatido, chegava a cortar um pedaço de seu pão para passar à Irmã como sinal de reconhecimento de sua angústia e desejo de consolá-la.
As Irmãs não apresentaram muitos motivos ao elegerem Madre Josefa como sua superiora. Na visão delas, ela era uma verdadeira mãe e religiosa modelar que conquistou a confiança de todas. Por isso a queriam como superiora.

A valorização de Arnaldo Janssen por Madre Josefa fica visível na carta escrita quando o pai da
Ir.Paula Jostock adoeceu gravemente e ele pensou ser o pai de Madre Josefa. Escreveu: “Aprecio muito a Ir.Josefa. Sou grato pelos muitos e grandes serviços prestados durante a fundação da Congregação das Servas do Espírito e estou feliz pelo fato do bom Senhor chamá-la, alguns anos atrás, à liderança de nossas Irmãs. Elas a respeitam e amam como sua boa mãe. O Senhor a chamou a seu santo serviço e ela tentou cumpri-lo em santidade e exemplo de mãe e superiora prudente, zelosa e amorosa”.
Depois da morte de Madre Josefa, Pe.Arnaldo escreveu na sua carta de condolência às Irmãs: “Quão simples sua disposição, quão puro seu coração, quão sincera sua obediência e quão diretamente despretensiosa sua humildade. Quão assídua sua diligencia, quão solícito seu cuidado materno e quão profunda sua piedade e quão ardente seu amor a Deus”.
Quanto mais refletimos sobre a pessoa de Madre Josefa, tanto mais podemos ver a profundidade e beleza de sua natureza materna em todos os aspectos de sua personalidade. Madre Josefa dava e irradiava vida.
Diferente de outras mães valorizava e nutria em seu ser a semente de amor e vida de
nossa Santa Mãe. Sua presença trazia vida, felicidade e energia às Irmãs que a rodeavam. O símbolo que emerge ao refletir sobre a natureza materna de Madre Josefa é o do Seio Materno: Seio simboliza sacralidade, vida, amor, força, potencial, riqueza, receptividade e esperança. Seio tem o potencial de nutrir e sustentar a vida, potencial de sacrifício, potencial de dar e receber, potencial de esperar em silêncio pela plenitude de vida, potencial de manter as pessoas unidas, potencial de amar e transformar.

O seio contém vida, sustenta e valoriza a vida, dá à luz a vida. Assim também, Madre Josefa
foi realmente uma mãe que respeitou a sacralidade, riqueza, vida e bem estar de cada Irmã. Carregou em seu seio a energia vivificadora do Espírito, e a presença poderosa e transformadora de Deus Uno e Trino, e deu à luz alegria, alegre disposição, bondade, respeito, sensibilidade, sacrifício e ternura em cada relacionamento que mantinha. Irradiava harmonia e perdão entre as Irmãs.
A ternura e simpatia de seu coração chegavam aos doentes e necessitados e unia os corações pelo amor.
Em breve, todos se sentiam em casa na sua presença que se parece à vida e missão da Trindade.
Nós SSpS precisamos imbuir-nos dos valores de Madre Josefa, especialmente seu espírito de abertura à voz interior do Espírito, em nossa resposta ao clamor dos irmãos e irmãs aflitos, difundindo a alegria de sermos SSpS por palavras e ações e conquistando os corações de todos pelo amor.
Oração:
Ó Divino Espírito, inspira em tuas filhas um coração amoroso e maternal para responderem a todos com amor, compaixão, cuidado e presença vivificadora. Que cada respiração nossa seja um sopro de amor, paz, alegria e cuidado! Ó Deus Mãe, tu és o seio do mistério, tu és quem ‘dás à luz’ (fonte) vida nova, tu és o seio da delícia eterna, tu és o abraço apaixonado da mulher, tu és a emanação da beleza feminina; que tua graça infunda em todas nós um coração realmente materno pelas tantas pessoas infelizes a quem a pobreza e a miséria reduziram à condição de vida indigna de seres humanos.
Desperta uma fome e sede de justiça social e verdadeira caridade fraterna no coração de quem te
chama de mãe. Que eu transmita o amor fraterno e a paz que aceita e valoriza as diferenças, faça da paz o caminho de vida, celebre, pratique e promova a harmonia em meus pensamentos, palavras e ações. Amém!
(Ir. Elsy Mathew, Índia Central)

Preciosa é a vida dada à Missão

A cruz é o pão de cada dia do missionário:
mas apesar disso,
não faltam motivos para verdadeira alegria.

Oração, trabalho e sacrifício. Quero dar-me totalmente e lutar toda a minha vida pelos meus queridos chineses.
(S. José Freinademetz)

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Festa da Transfiguração do Senhor


Transfiguração de Jesus
(Mc 9,2-10; Lc 9,28-36; 2 Pe 1,16-18) -
1Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e seu irmão João, e levou-os, só a eles, a um alto monte. 2Transfigurou-se diante deles: o seu rosto resplandeceu como o Sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. 3Nisto, apareceram Moisés e Elias a conversar com Ele. 4Tomando a palavra, Pedro disse a Jesus: «Senhor, é bom estarmos aqui; se quiseres, farei aqui três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias.» 5Ainda ele estava a falar, quando uma nuvem luminosa os cobriu com a sua sombra, e uma voz dizia da nuvem: «Este é o meu Filho muito amado, no qual pus todo o meu agrado. Escutai-o.» 6Ao ouvirem isto, os discípulos caíram com a face por terra, muito assustados. 7Aproximando-se deles, Jesus tocou-lhes, dizendo: «Levantai-vos e não tenhais medo.» 8Erguendo os olhos, os discípulos apenas viram Jesus e mais ninguém. 9Enquanto desciam do monte, Jesus ordenou-lhes: «Não conteis a ninguém o que acabastes de ver, até que o Filho do Homem ressuscite dos mortos.

sábado, 2 de agosto de 2008

They all ate as much as they wanted


Year A - 18th Sunday in ordinary time

They all ate as much as they wanted

Matthew 14:13-21

God is a God full of surprises, that day a great crowd had gathered, many attracted out of curiosity, others with the spiritual need to see the new prophet perform his miracles and reveal his new ideas. My miracles had made impact in many minds, they had realized that I had a new teaching which was accompanied by supernatural signs, some commented that I could be Elijah, others the Messiah, but people were not sure, however the spirit brought them to that place. My apostles had no idea of how we were going to feed the multitude that was hungry after following me. I looked up to heaven, took the loaves and the fishes that they gave me, I gave thanks to my Father and asked Him for food for them, then I advised them to lie down and wait for their turn to eat, after that, they all ate and there were even twelve baskets filled with the leftovers. People after realizing what a great miracle had occurred, wanted to make me their King by force; I had to run away from that place. I came not so much to feed the body, but the soul, this multiplication of the loaves and the fishes is a symbol of the eucharistic multiplication of the bread of life that I have come to offer, the food for the soul that God sends from Heaven in abundance. Many were expecting a powerful king that would free them from the slavery of the Roman Empire, when they saw my prodigies they imagined many material things except that I was going to free them from the slavery of sin. All my miracles were temporary signs that would bring a special relief from those moments or situations, but they represented healings of the soul. The change of the water into wine represented the new wine, which is living water of the Spirit, which all those who are spiritually thirsty must drink. The blind that received their sight represented those who are blind in the spirit and need to open their eyes to see my way, the lepers who were healed represented the souls wounded by sin and who need my healing, the mute who were able to speak represented those who don’t speak with God and need the spirit in order to praise God, the paralytic and the lame who were able to walk represent those who can not walk well for lack of faith and who need spiritual health. The deaf who were able to hear represented those who have not been able to understand my word, but who listen finally to my message through the action of my Spirit. Those who were dead and who were brought to life represented the transformation of the soul who is dead because of sin, but who is brought to life again after a conversion. Now, the multiplication of the loaves and the fishes represented the multiplication of my Church, the great promised banquet, the new manna which has come down from heaven and is the new food for the people of God. This miracle was a preparation for my people, who are to feel hunger for the Bread of Life, who has come down from Heaven to give strength to the soul, this miracle was a preparation for the greatest miracle which I performed, at the Holy Supper, in which I consecrated the bread as my body, and the wine as my blood. All miracles prior to the institution of the Holy Eucharist fulfilled their purpose, however my living bread is the continuous miracle that represents my sacrifice in Calvary, it is the food of the soul that feeds my people until the end of times. Come, come, I invite you, eat of this food that has been sent from heaven, it does not cost you money, it fills the soul, it nourishes the spirit and purifies it of sin by giving it eternal life.


EVANGELHO – Mt 14,13-21

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São MateusNaquele tempo,quando Jesus ouviu dizer que João Baptista tinha sido morto,retirou-Se num barco para um local deserto e afastado.Mas logo que as multidões o souberam,deixando as suas cidades, seguiram-n’O a pé.Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidãoe, cheio de compaixão, curou os seus doentes.Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se de Jesuse disseram-Lhe:“Este local é deserto e a hora avançada.Manda embora toda esta gente,para que vá às aldeias comprar alimento”.Mas Jesus respondeu-lhes:“Não precisam de se ir embora; dai-lhes vós de comer”.Disseram-Lhe eles:“Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes”.Disse Jesus: “Trazei-mos cá”.Ordenou então à multidão que se sentasse na relva.Tomou os cinco pães e os dois peixes,ergueu os olhos ao Céu e recitou a bênção.Depois partiu os pães e deu-os aos discípulose os discípulos deram-nos à multidão.Todos comeram e ficaram saciados.E, dos pedaços que sobraram, encheram doze cestos.Ora, os que comeram eram cerca de cinco mil homens,sem contar mulheres e crianças.
de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São MateusNaquele tempo,quando Jesus ouviu dizer que João Baptista tinha sido morto,retirou-Se num barco para um local deserto e afastado.Mas logo que as multidões o souberam,deixando as suas cidades, seguiram-n’O a pé.Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidãoe, cheio de compaixão, curou os seus doentes.Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se de Jesuse disseram-Lhe:“Este local é deserto e a hora avançada.Manda embora toda esta gente,para que vá às aldeias comprar alimento”.Mas Jesus respondeu-lhes:“Não precisam de se ir embora; dai-lhes vós de comer”.Disseram-Lhe eles:“Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes”.Disse Jesus: “Trazei-mos cá”.Ordenou então à multidão que se sentasse na relva.Tomou os cinco pães e os dois peixes,ergueu os olhos ao Céu e recitou a bênção.Depois partiu os pães e deu-os aos discípulose os discípulos deram-nos à multidão.Todos comeram e ficaram saciados.E, dos pedaços que sobraram, encheram doze cestos.Ora, os que comeram eram cerca de cinco mil homens,sem contar mulheres e crianças.